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©Talebi
Nos últimos anos temos visto
uma diminuição progressiva dos hábitats em que
vivem os muriquis o que tem feito com que sua população
tenha diminuído em níveis críticos. Alguns esforços
tem sido feitos para evitar a extincão da espécie.
Algumas populacões
forram descobertas em áreas de propriedades privadas, foram empreendidos
vários esforços na tentativa de tornar essas áreas
reservas e implementar estudos com as populações remanescentes,
esses esforços tiveram um sucesso relativo; algumas áreas
foram adquiridas e transformadas em estaçao biológica
como a Fazenda Montes Claros a Mata do Sossego em Minas Gerais ambos
administrados pela fundação Biodiversitas. Entretanto,
estas área ainda não encontram-se totalmente garantidas
quanto a sua preservação, devido a serem ainda propriedades
privadas, e sujeitas ao destino que seus proprietários venham
a lhes dar.
Contudo torna-se necessário
novos levantamentos para localizar e proteger outras populações.
Medidas de viabilizem a manutenção
e regeneração dos remanecentes podem garantir a preservação
de várias espécies que toleram um ambiente em processo
de sucessão ecológica incluindo o Muriqui.
Estudos genéticos
devem ser conduzidos com populações isoladas para determinar
as possíveis estrastégias para minimizar os riscos de
depressão por consaguinidade e perda da variabilidade genética.
Deve-se tambem criar um número
de animais em cativeiro para assegurar uma reserva genética da
espécie o que seria de grande valia para assegurar a variabilidade
genética em populacoes isoladas, outros estudos devem ser realizados
para criar metodologia para programas de traslocação e
reitrodução.